sábado, 31 de março de 2012

1º DE ABRIL- DIA DA MENTIRA. POR QUÊ?


A brincadeira surgiu na França, no reinado de Carlos IX (1560-1574). Desde o começo do século XVI, o ano- novo era comemorado em 25 de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes e animados bailes noite adentro, duravam uma semana, terminando em 1º de abril. Em 1562, porém, o papa Gregório XIII (1502-1585) instituiu um novo calendário para todo o mundo cristão - o chamado calendário gregoriano - em que o ano-novo caía em 1º de janeiro. O rei francês só seguiu o decreto papal dois anos depois, em 1564, e, mesmo assim, os franceses que resistiram à mudança, ou a ignoraram ou a esqueceram, mantiveram a comemoração na antiga data. Alguns gozadores começaram a ridicularizar esse apego enviando aos conservadores adeptos do calendário anterior - apelidados de "bobos de abril" - presentes estranhos e convites para festas inexistentes. Com o tempo, a galhofa firmou-se em todo o país, de onde, cerca de 200 anos depois, migrou para a Inglaterra e daí para o mundo.

sábado, 24 de março de 2012

ESTÁ DE DIETA ?

 


Ótima dica para quem está de dieta. Um estudo feito lá na Suíça testou o paladar de 14 voluntários logo após eles terem visto fotos de alimentos saudáveis, como melões e vagens, ou de guloseimas supercalóricas, como pizzas e doces. Na hora do teste, nada de comida: para estimular as papilas gustativas do pessoal, os pesquisadores deram pequenos choques nas línguas de todo mundo (achou que vida de voluntário de pesquisa científica era fácil?), o que, diz o estudo, causa uma sensação de sabor neutro — nem bom, nem ruim.
Então, os participantes contaram o quanto curtiram o “gosto” que tinham acabado de sentir. Não teve dúvida: os que viram fotos de comida saborosa antes do experimento acharam o choquinho também mais saboroso. Para o pesquisador Johannes le Coultre, líder da pesquisa, não ficou dúvida: “Os resultados fornecem evidências de que imagens de alimentos de alta caloria melhoram a avaliação hedônica de gostos posteriormente apresentados”.
Opa, falou bonito, Johannes, mas simplificando: ver junk food — e só ver mesmo, não precisa nem sentir o cheiro —, aparentemente, faz até aquela saladinha sem graça parecer mais gostosa. Que tal fazer o teste e contar para a gente se funciona mesmo?
(Via Daily Mail) 

quarta-feira, 21 de março de 2012

RESSURGINDO...

Queridos leitores, peço desculpas a vocês que acompanham meu blog. Fiquei algum tempo sem postar nenhum conteúdo aqui por desavenças pessoais, mas agora estou preparado para mandar notícias quentinhas e super interessantes pra vocês! Vou retornar falando de uma questão irônica e ao mesmo tempo reflexiva... Então, lá vamos nós...

 

Realmente faz mal ler após as refeições?

jornal-imprensa-revista-ler-leitura 

Não. Segundo os especialistas, essa é só mais uma crendice popular. "O pior que pode acontecer é uma sensação de sonolência, já que durante a digestão o fluxo sanguíneo se concentra no estômago", diz o oftalmologista Emílio de Haro Muñoz, da Unifesp. Esse estado de preguiça aparece principalmente após as refeições mais abundantes, como uma suculenta feijoada. "A concentração do sangue faz com que o fluxo no cérebro diminua, mas não causa nenhum prejuízo aos olhos", afirma Emílio. A duração dessa sensação varia de acordo com a digestão. "Comidas gordurosas digerem mais lentamente que alimentos leves; e mulheres têm digestão mais demorada que homens", afirma a gastroenterologista Sônia Letícia Lorena, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Se ler após as refeições está liberado, os médicos não recomendam a leitura durante a alimentação - o ideal é se concentrar apenas no ato de comer. Para isso, vale também conversar somente o necessário. "Não devemos falar muito enquanto comemos, para não ingerir muito ar. O gás ingerido causa dor e desconforto", diz Sônia. Outras lendas relacionadas à leitura pregam que ler com luz fraca ou usar computador por muito tempo estraga a vista. Na verdade, pode acontecer um cansaço visual, mas danos permanentes estão descartados.
por Marina Motomura

sexta-feira, 9 de março de 2012

O BRASIL ESTÁ DANDO CERTO !



Minha faxineira me abandonou. Consegui outra, mas só ficou duas semanas. E a nova, obviamente, vai me sair mais caro. Enquanto isso tenho ouvido muitas empresas reclamando da dificuldade de conseguir funcionários, principalmente em funções mais braçais, insalubres e pior remuneradas. De tudo isso chego a uma conclusão: o Brasil está dando certo!


Me parece que vivemos hoje um movimento de franco crescimento econômico e social, aumento geral da riqueza e melhor distribuição de riqueza. Associado a um aumento nas ofertas de emprego, os proletários brazucas estão se dando o luxo de escolher onde trabalhar.

Mas e então, quem ocupará esses espaços? Seremos alvo de novas ondas de imigração, dessa vez de países mais pobres que nós? Xenofobia nunca foi marca do espírito brasileiro, mas e se os estrangeiros se tornarem um problema social, demandando serviços saúde, habitação, transporte, etc. que o Estado não consiga suprir?

Passamos muito tempo reclamando do governo que não provê bem-estar para a população, mas ao mesmo tempo nos acostumamos a desfrutar dos benefícios dessa carência de bem-estar. E veja que não estou falando de ricos contra pobres. Estou falando de gente de TODAS as classes sociais se utilizando de alguma forma dos serviços de pessoas das classes mais abaixo para executar trabalhos que ela não está disposta a fazer.

Em tempos de "politicamente correto" fica difícil e pode soar hipócrita dizer que não sou preconceituoso, mas nesse caso não sou mesmo. O que estou tentando fazer é uma análise sociológica que - mesmo superficial - nos faça pensar: estamos preparados para viver num país sem pobres?

quinta-feira, 8 de março de 2012

IMPORTANTE E INTERESSANTE


Conselhos errados que as pessoas dão: Várias cabeças pensam melhor do que uma






Essa você já ouviu: diante de uma decisão difícil, o ideal é pedir ajuda. Afinal, ter duas pessoas quebrando a cabeça para resolver um problema é melhor do que uma só, dizem. Três, então, é ainda melhor do que duas, e assim por diante. Mas esse não é um bom conselho. Por que? Porque nem sempre.
Enrolações à parte, a explicação é bem simples: ao buscar uma solução com outras pessoas, você acaba confiando mais naquilo que for consenso e dá menos importância a opiniões individuais. Isso pode te fazer ignorar pontos importantes ou soluções mais espertas. “O processo colaborativo é o próprio problema”, explica a psicóloga Julia A. Minson, que conduziu um estudo sobre o tema na Universidade da Pensilvânia.
Na pesquisa, publicada na revista Psychological Science, Minson e a psicóloga Jennifer S. Mueller pediram a 252 pessoas que estimassem nove números relacionados com a geografia, demografia e o comércio dos Estados Unidos. Essas estimativas foram feitas individualmente e após discussões em grupos, e cada pessoa também teve que classificar o nível de confiança em suas respostas.
Depois, os voluntários puderam ver as estimativas de outros e fazer alterações nas suas próprias, se quisessem. Para deixar a brincadeira mais legal – e engajar ainda mais o pessoal – cada um ganhava US$30 a cada duas rodadas, mas perdia US$1 para cada ponto percentual que desviasse da resposta correta.
Os resultados: 1) Quem trabalhou em grupos de quatro pessoas (ou teve “mais cérebros pensando sobre um problema”) não se saiu melhor do que as duplas ou trios e 2) nas primeiras tentativas, quem trabalhou em dupla acertou um pouquinho mais do que quem estava sozinho. Mas essa diferença sumiu depois que os participantes puderam comparar seus palpites com os dos outros e alterá-los.
O segundo ponto pode ser explicado pelo terceiro: 3) Aqueles que trabalharam com um parceiro eram mais confiantes em suas estimativas e menos dispostos a aceitar influência de fora.
Segundo as pesquisadoras, esse excesso de confiança custou caro: se essas pessoas tivessemprestado mais atenção aos números que vieram de fora e reconsiderassem seus palpites, provavelmente teriam se saído melhor. Foi o que aconteceu com quem trabalhou sozinho.
Então não, um grupo de 10 pessoas não é 10 vezes melhor. Na verdade, ocorre o oposto: “Matematicamente, tem-se um resultado melhor quando a decisão é tomada a dois. Para cada pessoa adicional, esse benefício cai em uma curva descendente”, disse Julia Minson.
Mas que fique claro que isso não significa que devemos abolir o trabalho em equipe. O segredo, segundo o estudo, é saber dessa desvantagem (o excesso de confiança) e procurar formas de compensá-la. As equipes podem ser incentivadas, por exemplo, a ouvir mais as opiniões individuais e as de fora.
A mesma coisa vale para um casal que toma uma decisão financeira, por exemplo. “Só porque você tomou uma decisão com outra pessoa e se sente bem com isso, não tenha tanta certeza de que já resolveu o problema e não precisará da ajuda de ninguém”, disse Minson. Em outras palavras, tenha bom senso e não se feche em um mundinho com sua dupla ou equipe.

(Revista Super Interessante)

quarta-feira, 7 de março de 2012

A CAMPANHA ESTA LANÇADA !



É POSSÍVEL FAZER PLASTICO SEM USAR PETRÓLEO ?

Sim! Os biopolímeros são plásticos produzidos a partir de matérias-primas renováveis como cana-de-açúcar, milho, óleos de girassol, soja e mamona. Esse material é tão versátil quanto os derivados de petróleo, podendo se transformar tanto em plásticos duros como em versões que parecem borracha. A grande vantagem dos biopolímeros é que eles se decompõem muito mais rápido, não emporcalhando o meio ambiente por dezenas de anos. "As bactérias decompositoras não têm enzimas para digerir os polímeros feitos a partir do petróleo. Já os biopolímeros são bem mais familiares para elas", afirma a pesquisadora Marilda Taciro, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) . Enquanto um plástico feito de petróleo leva em média 40 anos para se decompor, os biopolímeros demoram no máximo três. Segundo o IPT, cerca de 270 mil toneladas de bioplásticos já são fabricados por ano e, até 2015, a produção pode chegar a 1 milhão de toneladas. Ainda assim, será muito pouco se compararmos com a produção atual de plástico petroquímico, que é de 180 milhões de toneladas/ano! Como a escala de fabricação ainda é pequena, 1 quilo de biopolímero custa por volta de 4 dólares, preço até quatro vezes maior que o plástico derivado do petróleo.

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Trinca verdeConheça os três principais tipos de biopolímeros produzidos atualmente
POLÍMEROS DE AMIDO (PA)
ORIGEM - Produzido a partir do milho, da batata, do trigo ou da mandioca. O amido desses vegetais é retirado e passa por um processo químico de desestabilização e rearranjo da cadeia de moléculas, formando um material plástico
USO - Principalmente para a fabricação de sacos de lixo e material para preencher embalagens
POLILACTATOS (PLA)
ORIGEM - Produzido a partir do ácido láctico feito por bactérias. Um caldo "açucarado" de fontes como melaço, açúcar de beterraba ou soro de leite recebe bactérias que fermentam o líquido e produzem ácido láctico. Por processos químicos, esse ácido é transformado em plástico
USO - Como matéria-prima para embalagens, principalmente as destinadas a proteger produtos secos
POLIHIDROXIALCANOATO (PHA)
ORIGEM - Produzido por bactérias que se alimentam de cana-de-açúcar, milho e óleo vegetal. Num biorreator, sob determinadas condições químicas, as bactérias alimentadas fabricam polímeros, que ficam armazenados em suas células
USO - Por ser biocompatível - não rejeitado pelo corpo humano -, é muito utilizado na área médica para fios de suturas e próteses.

(Fonte Revista Mundo Estranho)


domingo, 4 de março de 2012

O MAIS IMPORTANTE- DESAPEGO!

O desapego aos bens materiais faz o ser humano livre e despojado, aponto de qualquer objeto de valor não mais é o importante ou causa de avareza e inveja. Não que possuir objetos valiosos seja ruim, tê-los ou não tê-los não é importante. Pois não são os objetos que o homem possui que o torna feliz, mas é como o possui. Não é importante o que temos ou deixamos de ter, mas o que somos e o que nos tornamos mediante o que possuímos ou não possuímos.

PARA COMEÇAR BEM A SEMANA : ESTRESSE MUDA A FORMA COMO TOMAMOS DECISÕES

Estresse muda a forma como tomamos decisões


Já teve a impressão de que o estresse deixa você menos esperto e faz com que tome decisões ruins? Pois um estudo publicado na Psychological Science pode explicar o porquê. Pesquisadores da Universidade da Califórnia do Sul descobriram que situações estressantes mudam a forma como as pessoas avaliam riscos e recompensas.
O que acontece é que, surpreendentemente, prestamos mais atenção nos possíveis resultados positivos de nossas escolhas quando estressados, ignorando as desvantagens – o que pode levar a decisões das quais temos mais chance de nos arrepender depois.
Pense na situação: você quer trocar de emprego. Assunto estressante, certo? Se você tem uma nova oportunidade, pode acabar prestando atenção demais no salário maior e ignorando o fato de que levará o dobro do tempo para chegar ao local de trabalho.
“O estresse é geralmente associado a experiências negativas, de modo que nossa tendência é achar que pensaríamos mais nos aspectos negativos de nossas decisões”, diz Mara Mather, uma das autoras do estudo. Mas experimentos que levaram a situações de estresse, como ficar com a mão na água gelada por alguns minutos ou dar uma palestra, mostraram que ocorre o oposto:os aspectos positivos dominam.
Vícios
O foco nos pontos positivos também ajuda a explicar por que o estresse desempenha um papel tão importante em relação aos vícios. Dá para entender melhor, por exemplo, por que pessoas viciadas têm tanta dificuldade para controlar seus impulsos. Elas provavelmente pensam mais nos efeitos agradáveis do vício e ficam menos capazes de resistir a eles.
O estresse também aumenta as diferenças na forma como homens e mulheres encaram situações de risco. Enquanto os homens se tornam mais dispostos a se envolver em situações arriscadas, as mulheres são mais conservadoras.

sábado, 3 de março de 2012

UMA GRANDE JORNADA COMEÇA COM 10 PASSOS


Pessoal,esse post tirei do super-blog da minha amiga Thais, (ai ta o site http://odiariofalantedeumagordinha.blogspot.com/ ) que mais uma vez deu um show de criatividade ao escolher um tema que causa tanta polemica entre nos adolescentes, por isso leia e se divirta,e não esqueça de comentar o que achou ou algumas receitas de dietas. Boa Leitura!

Cansei daquelas dietas e remédios milagrosos que prometem o emagrecimento rápido, sem exercícios e sem preocupação. A cabeça parece que explodirá logo nas primeiras horas, o mau humor nos domina e a esperança que esses dias de tortura findarão logo parece escapar entre nossas mãos.

Já tentei de tudo: Dieta da USP, Dieta do Sopão, Dieta da Lua, Dieta do Abacaxi, Dieta da Água Morna, Remédios Manipulados e muito mais. Resultado? Emagreci sim... mas em pouquíssimos dias, o peso dobrou.

Todo bom gordinho sabe (conforme expliquei anteriormente) sobre a maneira correta de emagrecer. Assim, através de um artigo da revista Época da semana passada, resolvi compartilhar esse ótimo texto e que tento incluir na minha rotina diária.

O único problema que encontro: falta de tempo (leia-se ânimo) para atividades físicas, mas vou superar esse pequeno transtorno rsrsrs.

Confira os passos para uma importante jornada:


10 Passos para uma Mudança Definitiva (De acordo com Marcio Atalla – Professor de Educação Física e Consultor do Quadro “Medida Certa” do Fantástico)


1. Não faça regime ou dieta. O segredo é aprender a se alimentar de forma equilibrada e fazer boas escolhas. Reduza a quantidade de gordura saturada e gordura trans em sua dieta. Elas fazem mal à saúde e são facilmente estocadas em nosso corpo, provocando sobrepeso. Troque queijos amarelos por brancos; leite integral por semidesnatado ou desnatado; carnes mais gordas, como porco, por mais leves, como peixe ou aves.

2. Mexa o corpo. Traga movimento para seu dia a dia, mesmo que não consiga fazer atividades físicas convencionais. Inclua caminhadas, suba e desça escada ou ande de bicicleta.

3. Beba água. Ela ajuda o organismo a funcionar melhor. Um copo de água por hora é uma boa medida de ficar bem hidratado.

4. Avalie os alimentos antes de se alimentar. Não coma apenas o que for mais fácil ou mais saboroso ao seu paladar. Coloque em seu corpo o que sabe que fará bem a ele.

5. Dê preferência a alimentos ricos em fibras. Elas ajudam o intestino a funcionar e auxiliam na eliminação de gordura. As fibras estão presentes em grãos integrais, frutas e legumes.

6. Permita-se alguns pecados alimentares de vez em quando. Basta que eles não façam parte da rotina para que não comprometam a saúde.

7. Seja adepto do prato colorido. As vitaminas estão presentes nas diversas cores de frutas, legumes e grãos. Quanto mais cor, mais vitaminas.

8. Coma um pouco de cada vez. O ideal é comer em pequenas frações a cada 3 horas. O hábito melhora o funcionamento do seu metabolismo.

9. Tente incluir na rotina exercícios de forças. Eles são excelentes para aumentar a massa muscular e ainda ajudam a proteger os ossos, as articulações e os tendões.

10. Tente incluir um programa de exercícios aeróbicos de pelo menos 150 minutos por semana, divididos preferencialmente em cinco dias da semana. Escolha entre caminhada, corrida, ciclismo, natação e outras atividades.

SONO, as vezes ele é cruel com você!